01. Paradise & The Abyss (Intro)(Prod. By Q-Unique)
02. Listening Problem (Prod. By Al’ Tarba)
03. Crack Era (Prod. By Q-Unique)
04. Mr. Lopez (Prod. By Q-Unique)
05. Green Grass (Prod. By Lostun)
06. Between Heaven & Hell Prologue (Prod. By Necro)
07. Just Because (Feat. Cashis & Realm Reality)(Prod. By Quincey Tones)
08. Man Of God (Prod. By Al’ Tarba)
09. Questions (Feat. D Stroy & Freestyle)(Prod. By Quincey Tones)
10. On My Block (Feat. D Stroy) (Prod. By Rob Flow)
11. Conspiracy Theory (Feat. Freestyle & D Stroy)(Prod. By Quincey Tones)
12. Gutta Talk (Feat. Jise) (Prod. By Q-Unique & ILL Bill)
13. Dead Roses (Prod. By Quincey Tones)
14. Between Heaven & Hell (Feat. Psycho Realm)(Prod. By Q-Unique)
15. Dark Knight (Feat. ILL Bill & Jise) (Prod. By Q-Dog)
16. BK, BX, BK (Prod. By Q-Unique)
17. The Brute Squad (Feat. Mr. Hyde & Ching Rock)(Prod. By Q-Unique)
18. No Turning Back (Feat. Slaine & Jise) (Prod. By Q-Unique)
Está chegando a hora de escolher. Para mim nunca foi tão difícil, por um lado, pois pelo outro está até mais fácil. Está difícil escolher entre “o menos pior” e o “rouba mas faz”, entre um e outo continuo com meu voto de sempre, o nulo.
Infelizmente a sensação que se tem é que cada vez mais a política vira mídia. Temos de tudo, de cantor a palhaço, passando por estilistas e “mulheres frutas”, não que suas profissões não sejam honradas, mas assim como eu não contrataria um médico cirurgião competente para consertar o vazamento da minha pia, esses artistas não são administradores nem muito menos têm “talento” de representação das necessidades do povo. Povo esse conformado, muito conformado.
Quem foi o último que você votou para Deputado Federal? Lembra? Pois é, me incluo no povo, eu não lembro, mas o Tiririca lembra: sempre justificou os votos. 4 anos de administração não é palhaçada, o preço do pão e circo somos nós quem pagamos e pelo menos o meu salário não é brincadeira.
Outros preferem usar de “ideologias” pseudo-comunistas: reforma agrária, salário de R$ 2.500,00, fim do latifúndio. OK, vamos lá…
Vivemos em um país capitalista, no qual a maioria das riquezas está nas mãos de quem detêm o capital que move a economia, a burguesia, dona não só das riquezas produzidas pelas empresas e da especulação de dinheiro, mas também dos latifúndios, produtivos ou não. Grande loucura seria a tentativa de implementar o Socialismo na tentativa de um futuro Comunismo internacional, já que aquele seria implementado como uma ditadura, em pleno sistema democrático? Impossível não? Só se chega ao Comunismo através de uma ditadura Socialista, essa é a alma desse sistema, que está cada vez mais capitalizado, vejam a China e seu boom comercial e industrial como exemplo. O Brasil até teria riquezas para isso, mas sempre embarga em interesses da minoria burguesa,e da corrupção é claro.
Utopias a parte, tenhamos a consciência de que a essência do sistema não vai mudar. O que devemos tentar é eleger renovação na forma de pensar e agir nesse sistema podre que ai está. O poder corrompe, o dinheiro fascina, e os que vierem cheios de boas intenções infelizmente se deparam com os interesses de quem já está lá e seus “padrinhos”, ou você se adequa ou é queimado. Adequar-se não quer dizer se corromper como eles, e sim se manter firme e mostrar que o certo pode prevalecer, por mais errado que ele pareça aos olhos de quem não quer enxergar.
É difícil escolher? Meu voto por enquanto é nulo, e o seu?

Muitas coisas mudaram desde o último post, mas agora vou voltar a postar. Época melhor que essa? Eleição? Na verdade está mais para circo mas tudo bem.
Abraço a todos que me criticaram, concordaram, discordaram, me odeiam e me amam, é por vocês que o blog está de volta.
Novo formato, agora vou postar diariamente, cada dia da semana uma coisa diferente:
Segunda-Feira: Pirataria da semana
Terça-Feira: Clip musical
Quarta-Feira: Foto em foco
Quinta-Feira: Enquete
Sexta-Feira: Ouça!
Sábado: Divulgando o independente
Domingo: Artigo

A guerra civil em El Salvador iniciada nos anos 80 deixou cerca de 100.000 mortos. O medo e a opressão governamental originaram um êxodo do país, levando milhares de salvadorenhos aos territórios estadunidenses. Com pouco dinheiro e a mínima noção da língua inglesa, a população de El Salvador migrou para os guetos americanos, povoados por gangues formadas por negros e mexicanos. As lembranças de violência em seu país logo se tornariam um pesadelo de preconceito e criminalidade. Membros de gangues que já povoavam as periferias responderam com brutalidade à chegada dos novos imigrantes. Gangues como os Bloods, Crips e Nuestra Família começaram a perseguir os salvadorenhos que começaram a se unir.
Tudo começou em Hollywood, quando um grupo de jovens salvadorenhos amantes de Heavy Metal se reuniu. Utilizavam a famosa marca com as mãos, os chifres do diabo, como principal marca de seu novo grupo, a MS-13. Os chifres do diabo virados de cabeça para baixo formam a letra M, e 13 porque a letra M é a 13ª letra do alfabeto. Mara Salvatrucha começou a recrutar jovens nos playgrounds de Los Angeles, tentando transformar suas vidas de miséria e medo em uma vida de crimes e adrenalina.
A gangue foi se desenvolvendo em um sistema de controle de territórios. Hoje Los Angeles tem cerca de 6,5 km quadrados de quarteirões controlados pela MS. Cada quarteirão dominado pela gangue é denominado click. Nos clicks é cobrada uma taxa de proteção para todos que quiserem praticar qualquer tipo de comércio. O imposto é de 50% de tudo o que o comerciante lucrar, caso não queira pagar, não poderá praticar sua atividade no território dominado. Mas a maior fonte de renda da MS-13 é o tráfico de drogas. Cada traficante paga milhares de dólares por mês para vender suas drogas nos clicks, dinheiro destinado para a compra de armas que continuarão a matar inimigos que queiram invadir seus territórios.
A MS possui vários inimigos, como gangues de negros (Crips) e asiáticos (Oriental Laser Boys), mas sua maior rival é a 18th Street (18ª Rua), uma outra gangue de salvadorenhos, muito menor em tamanho, mas tão brutal quanto a MS.
Para se tornar um integrante salvatrucho não basta ter vontade, precisa ser forte. O recrutamento dos integrantes consiste em um espancamento de 13 segundos por outros membros da MS. Não há forma de reação, caso resista à cessão de socos e pontapés, método denominado jumping in, o novo recrutado aguarda a primeira ordem e se torna mais um no mundo do crime. Os recrutados começam cedo, na maioria das vezes com 9 ou 10 anos cometem o seu primeiro assassinato.
As tatuagens identificam os integrantes. Elas são feitas em todas as partes do corpo e revelam códigos. Alguns membros são tatuados com o código de área da cidade que controlam ou com o nome do click que fazem parte, como por exemplo os Hollywood Locos, um click de Los Angeles. O governo de El Salvador sancionou uma lei de proibição às tatuagens, indiciando os tatuados por formação de quadrilha, sem que efetivamente tenham cometido algum crime.
O aumento no número de crimes e crescimento do tráfico de drogas forçou o governo americano a tomar previdências. Nos anos 90, cerca de 10.000 membros de gangues foram deportados para os seus países de origem, com a idéia de que a MS se dissolvesse e perdesse o poder. Mas o efeito foi contrário. Quando retornaram aos seus países, os gangsters encontraram um território virgem, facilitando a difusão dos ideais criados nos EUA. Logo o terror da guerra civil voltou a fazer parte do cotidiano de El Salvador. Cerca de 5.000 pessoas morrem por ano em terras salvadorenhas em virtude de conflitos de gangues. Como imigrantes de outros países da América Central e do Sul também foram deportados, a MS ganhou força nesses continentes, e hoje possui membros no México, Honduras, Guatemala e Colômbia. Algumas pichações da MS também foram encontradas no Canadá e até na Espanha.
A Mara Salvatrucha controla prisões inteiras em El Salvador e nos Estados Unidos, com o objetivo de não misturar seus membros com os de gangues rivais. Das penitenciárias saem as ordens para grandes operações criminosas. Existem outras prisões que funcionam com o caráter de reabilitação e proteção de ex-membros da MS-13. Nas regras, um membro da MS sempre será membro, na há possibilidade de deixar a vida do crime. A tentativa de êxodo da facção é paga com a vida. Em presídios de mulheres ex-integrantes da gangue, maquiagens disfarçam as tatuagens que marcaram seus rostos na vida criminosa.
As autoridades consideram a MS como um vírus, pois todas as tentativas de parar suas atividades a fortalecem, visto que as ordens são dadas também das prisões. A gangue responde com brutalidade as investidas das autoridades. Em 2004, dois dias antes do Natal, membros da MS-13 metralharam um ônibus matando 38 passageiros inocentes, entre eles mulheres e crianças. Dentro do veiculo foi encontrado um bilhete: “Deixem a MS em paz!”. Hoje a MS-13 controla cerca de 43 quarteirões de Los Angeles e possui cerca de 100.000 em sua totalidade.

Paul McCartney, George Harisson, John Lennon e Ringo Starr. Esse era o quarteto de jovens de Liverpool que revolucionaram o que hoje chamamos de Rock’n’roll. Começaram sua carreira localmente, fazendo sua primeira viagem fora na Escócia. Não obtiveram grande sucesso, mas passaram a ser conhecidos fora de sua cidade. Ringo Starr, o baterista, foi o último a integrar o quarteto, substituindo o então baterista Pete Best, o que causou, no início, uma grande revolta dos fãs da banda, foi Pete era uma figura muito querida no grupo. O grupo começou a ganhar reconhecimento após shows em Hamburgo no outono de 1960, o que mudou suas vidas pra sempre. Os jovens rebeldes de Liverpool passaram a viver uma realidade que jamais viveram. Bares barra-pesada, prostitutas, travestis, pessoas de todo tipo. O “medo” os fazia desenvolver sua arte musical, ou tocavam bem para cativar o público, ou teriam sérios problemas com os brutamontes alemães que não tinham o dom de conversar. Facas, brigas e motins eram as cenas mais comuns para os jovens, que se renderam à noite, tomando “balinhas” que eram a mistura de várias bebidas diferentes, aproveitavam a juventude intensamente, logo que não tinham vínculo com nenhuma gravadora ou empresário que lhes cobrassem fama e sucesso. Brian Kelly, um pequeno promotor de eventos, começo a investir no quarteto. Passaram a ganhar 6 libras por semana, o que na época era uma quantia considerável para bandas emergentes, para tocar em um clube. Seu jeito de cantar evolui, cativando cada vez mais o público e a cada show ganhavam fama até assinarem seu primeiro contrato gravarem seu primeiro disco: Please Please Me, que alcançou o 17° lugar nas paradas, não rendendo o estrelato, mas já era um ótimo começo. Pentearam o cabelo pra frente, com a intenção de ter uma marca registrada do grupo, já não utilizavam o estilo “Ted” de jaquetas de couro, e sim ternos elegantes e bem desenhados, o que mão afetou na rebeldia de suas canções e atitudes. Antes de um encontro com a Rainha, fumaram maconha, o que não afetou em nada o encontro, muito pelo contrário, pelo contrário, a Rainha os achou simpáticos e irreverentes.Se foram aceitos pela rainha, porque não pelos EUA? Sua temporada de shows americana após a gravação do segundo disco “With the Beatles”, rendeu o primeiro lugar nas paradas e um público cada vez mais crescente. Não tocavam mais para 3.000 ou 5.000 pessoas, e sim para 50.000 fãs. O mercado logo percebeu nos Beatles uma grande fonte de dinheiro. Brian, empresário do quarteto, recusou uma proposta de o grupo estampar uma marca de papel higiênico, porém, a venda da marca “The Beatles” foi inevitável. Camisetas, tênis, pijamas, calças, blusas eram algum dos produtos comercializados, além das perucas fabricadas pela Lowell Toy Corporation, que produzia cerca de 15.000 unidades por dia. Mais de 4.000 adolescentes aos gritos receberam os Beatles na América. O reforço policial era intenso para conter o público, que imitava seu cabelo escovado para frente. Voltaram à Inglaterra como heróis. Na verdade, o estilo de vida e a forma com que a geração pós-Beatles viam o mundo mudou. Lançaram seu terceiro disco: “Can´t Buy Me Love” e em seguida um filme, o famoso e simples “A Hard Day’s Night”, considerado um dos maiores sucessos cinematográficos da história, pelo seu baixo custo e grande repercussão.
A maratona de shows no EUA tornou-se estressante. Foram 24 cidades e 31 apresentações em 32 dias, faturando 150.000 dólares por apresentação. Começaram a consumir anfetamina e álcool, aumentando gradativamente a quantidade. Estavam no período mais fértil, mas sentiam que não estavam produzindo com o talento que esperavam.
Iniciaram a turnê internacional. Tudo era de primeira categoria: hotéis, vôos, porém os equipamentos eram precários, ao ponto de qualquer banda de bar atual que se preze recusaria a utilizar. Tocavam fora do ritmo porque mal ouviam uns aos outros, pois a acústica dos locais era péssima, o que para o público pouco importava, pois eram “Os Beatles”.
No final de 1965, voltaram ao estúdio, lançaram o álbum “Rubber Soul” que, para muitos críticos e fãs é o melhor de sua carreira, sucesso devido ao seu amadurecimento musical. Tanto é considerado um marco na história do Rock que outras bandas passaram a medir a qualidade de seus trabalhos utilizando “Rubber Soul” como um nível a ser alcançado. Com o sucesso arrasador, um novo filme iria às telas: “Help”, sem tanto sucesso quanto o primeiro. À partir daí, problemas com alguns membros da sociedade começaram a surgir. O reverendo David Noebel chegou a declarar que a música dos Beatles causava um estado de êxtase tão grande na platéia que conduziria os jovens a realizar qualquer tarefa ordenada. Em um tom mais atenuado, ele estava certo. Em uma viagem às Filipinas, por desconhecerem um convite do presidente para um almoço, foram recebidos a socos e pontapés pela polícia local. John Lennon respondeu com diplomacia e ironia: “Eu nem sabia que eles tinham presidente”. Após uma famosa e mal interpretada frase de Lennon, na qual o beatle “sugeria” que os Beatles eram mais populares do que Jesus Cristo, o grupo sofreu uma repressão por parte dos políticos de direita, que os classificam como comunistas. Tal fato refletiu também no número de fãs que iam às suas apresentações e nas recepções. Apenas nove adolescentes o aguardavam no aeroporto de Nova York. Passaram a responder perguntas sobre cristianismo até a sua última apresentação nos palcos, no dia 29 de agosto de 1966. Ainda sim, voltaram ao estúdio para gravar o álbum “Revolver”, superando o nível técnico de seu álbum anterior. O nível do álbum o tornava praticamente impossível reproduzi-lo ao vivo.
Uma nova cara, agora mais madura e com canções mais bem elaboradas e talhadas foi revelada. Os Beatles passaram a ter uma vida mais individual, realizando seus projetos pessoais, tanto familiares quanto profissionais, porém, não era o fim.
O intervalo sem gravar fez com que os Beatles começassem a experimentar novas experiências químicas. O LSD e a maconha entraram em suas vidas. Cynthia Lennon lembra das crises existências de John, fazendo-o sentir inútil. Mesmo nesses momentos, John não deixou de gravar, inspirava-se nas viagens que as drogas proporcionavam. Foi para Alemanha e para Espanha e fez um papel secundário no filme “Como ganhei a guerra”. Paul fez uma trilha sonora para o filme “The Family Way”. Ringo tirou férias na Espanha com sua esposa e a familia Harrison foi para a Índia. Enquanto isso, a imprensa declarava “O fim do Fav Four”, expressão utilizada para definir o grupo que significa quarteto fabuloso. Em contrapartida, eles se reúnem mais uma vez para gravar uma nova obra-prima, o álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. O álbum fez com que a molecada que os ouvia e os antigos fãs de carteirinha que haviam crescido não mais pulavam ou gritavam com as canções, e sim as ouviam, tentar entender o sentido, a razão de cada verso amadurecido pelas experiências de viagens, tanto pelo mundo quanto pelas substâncias químicas. Rádios tentavam censurar suas músicas, recebiam críticas pesadas e sensacionalistas de diversos meios de comunicação financiados por partidos de direita, que criavam todo o tipo de inverdade sobre os integrantes da banda. George buscou na experiência da Índia elementos espirituais que pudesse agregar na música. Aprendeu a tocar sitar, instrumento indiano e se dedicava incessantemente à prática de violão, seus dedos chegavam a sangrar. Começou a ter contato com um guru para desacelerar o ritmo, acalmar a banda, sem precisar dos efeitos relaxantes que a maconha proporcionava, afastavam-se da dura e perseguidora realidade através da orientação espiritual. Nesse meio tempo, Brian morre por conseqüência de uma alta dose acidental de pílulas para dormir, e, de alguma forma, os conselhos espirituais indianos e os retiros espirituais ajudaram à consolar os Teds. Sem muita hipocrisia, apesar do choque inevitável de alguém tão querido pelo grupo, a morte de Brian significou um alívio, pois não existiam mais as pressões comercias de Brian, ele se viram mais livres para fazerem o que bem entendessem. Começaram a administrar seus próprios negócios, sendo seu primeiro passo a gravação do terceiro filme, “Magical Mystery Tour”. A idéia principal do filme era uma viagem de ônibus, mas, a falta de familiaridade dos Beatles com o mundo cinematográfico fez do filme muito mais uma aventura de principiantes do que uma superprodução de cantores ricos que poderiam contratar grandes diretores e atores. Os críticos odiaram os filme, o que abateu fortemente a banda que se entusiasmara tanto pelo novo projeto.
Depois do fracasso de “Magical Mystery Tour”, abriram uma loja, a Apple Boutique, administrada por eles mesmos, fechada posteriormente por diversas razões. Logo depois, John foi preso por porte de maconha, da qual alegou necessitar para sobreviver. Fizeram parte da última idéia de Brian em vida, um desenho animado produzido por Al Brodax, chamado “Yellow Submarine”. Foi bem aceito pela crítica que classificava-o como divertido.
Gravaram o seu primeiro álbum pelo selo Apple, nome de sua extinta loja, chamado “White álbum”, gravado na época de seu primeiro racha. Ringo foi o primeiro a abandonar a banda, enquanto os outros alegaram o término em virtude de seus exaustivos projetos pessoais. A separação durou apenas uma semana. Yoko apareceu na vida de John, era uma artista ambiciosa, e dispertou a paixão do beatle, posteriormente gravou uma álbum cuja a amada fazia parte da capa. Pouco tempo depois, Paul anuniou que estava deixando grupo, em virtude de desentendimentos com Jonh. Era o fim de um grande fenômeno, o fim dos Beatles. John foi morto com cinco tiros, no dia 8 de dezembro de 1980, na cidade de Nova York, por um “fã”. Depois dos Beatles a música nunca mais foi a mesma. Se tornaram o mais popular e influente grupo musical de todos os tempos, mudaram todos os padrões musicais e de comportamento nos anos 60. Como músicos foram pioneiros em técnicas instrumentais avançadas e arranjos complexos. Como compositores Lennon e McCartney são considerados os melhores do século XX e estão entre os maiores da história. Foi a banda que tomou o rock uma realidade, e espalhou esse estilo musical por todo o mundo. Mesmo depois de 30 anos após terem se separado, os Beatles continuam conquistando fãs e fascinando todo o mundo.
Discografia

A evolução da espécie humana comprovada por Darwin é evidenciada a cada dia. Estudos nas mais diversas áreas acadêmicas entusiasmam os seres humanos em seu eterno objetivo, a busca por soluções para as dificuldades da sociedade contemporânea. Nessa busca por conhecimento, a ética é um assunto a ser respeitado e discutido, seja qual for o ponto de vista adotado: social, do trabalho,do consumo, da propaganda. Infelizmente, ética e favorecimento completamente antagônicos, têm sido confundidos por pessoas em prol da defesa da sua moral, mais claramente em defesa de interesses próprios ou das instituições que defendem.
O fato é que realmente a evolução biológica do ser humano foi considerável. Órgãos ou membros que exerciam funções em nosso corpo se tornaram meras extensões do nosso sistema, como por exemplo, as amídalas ou o hímen, que com o processo evolutivo estão sendo descartados e as próximas gerações só conhecerão como objeto de estudo. Entretanto, nem toda evolução é positiva.
A gravidez prematura é de fato possível, biologicamente normal. Cada vez mais a sexualidade é precoce, aumentado o índice de adolescentes grávidas. O grande absurdo da discussão seria o estupro, ato criminoso, que deve ser repugnado de forma unânime em qualquer instituição, seja ela política, social, acadêmica ou religiosa.
Há alguns anos, não se podia imaginar que uma menina de apenas nove anos de idade pudesse engravidar. A evolução mais uma nos surpreende, porém infelizmente esse avanço físico e biológico contrasta com a regressão humana, na sua forma mais cidadã desta. Jailson José da Silva, 23, confessou o estupro de sua enteada, uma criança, de nove anos, que entrou em gestação. Segundo Sérgio Cabral, diretor da maternidade pela qual a garota sofreu a interrupção da gravidez indesejada, a paciente corria risco e oferecia riscos ao feto.
- A gravidez de gêmeos, com dois ou mais fetos, já é considerada de risco por inúmeros fatores. Imagine você ter uma gravidez levada adiante em uma criança com nove anos. Explica.
O procedimento realizado pelo Hospital Cisam, no Recife, rendeu a excomunhão da equipe médica responsável pelo aborto, decisão tomada pelo arcebispo Dom José, que partiu dos princípios da moral e da fé católica, amplamente contra a prática. De acordo com a lei, que rege um Estado totalmente separado e independente da fé, o aborto é permitido em caso de estupro, pois fere a única e exclusiva moral colocada em jogo, a social. Analisando o fato segundo a ordem de Deus, não matarás, permitir a gestação do bebê seria um ato um tanto irresponsável, pois estaríamos tratando de um duplo infanticídio possível, levando em consideração a idade da mãe.Psicologicamente, a continuação da gestação desestabilizaria uma das fases mais sublimes e importantes da vida de um ser, a sua infância. O direito à educação fundamental e ao lazer é imprescindível para a formação de uma criança, que viveria ou com a consciência de ser mãe sem o poder por falta de maturidade, ou ser iludida, imaginando que seu filho é seu irmão, vivendo uma mentira, que é repugnada pela lei de Deus. Mas, o que mais intriga nisso tudo é o exemplo. Para que uma instituição ou grupo organizado, ou até mesmo um cidadão discuta determinado assunto que fere seus direitos, deve sem precedentes ser livre de acusações ou suspeitas da mesma posição defendida. Nos últimos anos, a incidência de casos de pedofilia praticada por padres são destaque nas páginas dos jornais mundiais, o que descredencia a Igreja de opinar sobre o assunto, já que não se mostra capaz de esclarecer as suas contradições internas.
Sendo o princípio da Igreja o bem estar de seus membros e da sociedade, é essencial que a as pessoas identifiquem-se com suas obras eclesiásticas. Dessa forma, os conceitos em relação às pesquisas científicas, mais especificamente das células-tronco, deveriam ser mais tolerados, clara a melhoria que tal descoberta traria a toda à Humanidade. Seria muito mais interessante para imagem católica, a demonstrar internamente a falta de caráter e ética de alguns de seus representantes, que negam o Holocausto, praticam pedofilia ou excomungam médicos que estão cumprindo o procedimento de seu ofício, amparados pela lei do Estado.
Excomunguem o retrocesso, canonizem o conhecimento, amém.